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10 de janeiro de 2015

À Procura de Alaska


Para quem gosta de ler este livro é aconselhável pois não abrange apenas um género literário mas vários que se interligam entre si e funcionam.
O nome do livro já revela um pouco da história pois o desenvolvimento é inesperado e entusiástico…bem assim como o título.
A historia relata a vida de Miles um jovem que deseja conhecer novos caminhos diferentes dos que até então tinha percorrido. É por isso que decide ir para o colégio onde o seu pai tinha estudado. E é lá que conhece Alaska Young a lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada…e completamente fascinante Alaska.
Apaixonado por esta, Miles tenta aproximar-se dela, mas, para seu grande desgosto, descobre que ela tem namorado e os dois acabam por ficar apenas … amigos.
Miles conhece outros amigos como o Coronel,o Takumi e a Lara com os quais passa imenso tempo. O tempo passa e todo o mundo está supostamente feliz. Até que surge a terrível notícia: Alaska Young estava MORTA!
Como? Como é que era possível??? … A Alaska que tinha beijado o Miles na noite anterior estava MORTA?
Perguntas sem respostas, noites sem dormir, palavras por dizer. É o que te espera esta incrível obra de Jonh Green.
O que mais gostei e me surpreendeu nesta obra foi o suspense em relação à morte de Alaska pois, às vezes, pensamos que as coisas são de uma maneira e vêm a revelar-se de outra completamente diferente.
E acho que no fundo era isso que o autor queria passar para o leitor: QUE AO LER UM LIVRO TEMOS DE TER UMA MENTE ABERTA.

Winta Baptista, 8.ºF, n.º 19.

15 de dezembro de 2014

Depois da leitura do texto "Madrugada" de Jorge Amado

As narrativas elaboradas com personagens que são a personificação de referências temporais, fenómenos atmosféricos, ou outros:
 
A Rosa Maria e o coala João
 
 
A lua, aquela preguiçosa, não queria sair da sua cama de estrelas mas, lá veio o senhor Sol, feliz e radiante acordá-la como fazia todas as manhãs e lá foi a lua para o outro lado da terra, dormir, outra vez!
Entretanto, a menina Rosa Maria, aperaltou-se toda para a chegada do abelhão Chico. Vestiu o seu lindo vestido de pétalas vermelhas e colocou o seu perfume mais bem cheiroso, como fazia todas as manhãs desde que brotara.
As horas iam passando, mas do abelhão Chico ninguém sabia nada. Então, de repente, apareceu aquilo que, para a menina Rosa Maria, era um urso com orelhas excessivamente grandes. Ela tremia de medo e quando o urso se virou, a menina Rosa Maria desmaiou e o urso, que afinal era um coala de nome João, foi chamar os castores que eram quase médicos e estudavam na Universidade Coimbranimal. Estes decidiram que seria melhor levar a menina Rosa Maria para o Animospital e para isso tiveram de a tirar da terra e puseram-na num vaso para poderem movimentar-se facilmente.
O senhor coala que tinha ficado muito preocupado com o desmaio que tinha provocado à menina Rosa Maria, acompanhou-os até ao Animospital e permanecia junto da cama da Rosa Maria, agarrando-lhe numa das folhas lisinhas que era a sua mão.
Quando a menina Rosa Maria acordou, assustou-se mas o coala João sorriu e explicou-lhe que não fazia mal a ninguém e que não era um urso. As pétalas da Rosa Maria brilharam e espalharam um leve perfume pelo ar.
Desde então têm sido vistos muitas vezes a passear pelo jardim. Dizem as flores mais coscuvilheiras que a menina Rosa Maria já esqueceu o abelhão Chico…        
Ana Sofia Cardoso, 8.ºA
 
Um amor molhado
 

Certo dia, um dia sem cor, sem sol e sem alegria, em que as mais pequenas e mais altas flores murchavam, onde a relva verde e brilhante, estava seca e pegajosa, um girassol apaixonou-se por uma gotícula de água. Foi uma paixão impossível, de segundos, diferente…
Quando a manhã chegou e o sol renasceu, fraco, com os seus raios a tremer pensando para si mesmo se iria fortalecer a relva seca que antes fora verde e brilhante, a relva começou a sentir-se molhada, sentiu as gotas de água e aquele campo sem cor, sentiu-se cintilar, pois chuva era coisa que ali faltava, era coisa rara.
Para além dos montes, das árvores gigantes que faziam sombra, existia um girassol que se sentia fraco e murmurava, por vezes, para si mesmo, se algo de fascinante lhe iria acontecer. Foi então que ao sentir a pétala da sua flor ligeiramente molhada, elevou o olhar para as nuvens que não se cansavam de espremer toda aquela água.
Nessas águas ele não sabia que ali havia algo diferente. Era uma pequena gota de água que baloiçava no vento e que pousou calmamente no seu cume áspero. O olhar do amarelo e brilhante girassol fixou-se naquela gotícula de água que tanto ansiava. Aquela gotícula frágil e envergonhada que o olhava trémula.
Mas nada pôde fazer, nada pôde dizer. E ali ficou, quieto a ver aquela gotícula a secar, a desaparecer na sua pétala, suspirando e imaginando como seria a sua vida com ela, para sempre. Enquanto isto, a chuva molhava a sua face, o seu caule os seus pensamentos.
Catarina Santos, 8.ºC

Existem coisas além da escuridão


A noite vem chegando rápida. Hoje ela chegou mais cedo. Eu penso que ela é uma apavorada, tem horrores às trevas.
Quando a noite parte o sol chega lentamente, o preguiçoso, apoiando-se nas nuvens, a pensar em todo o trabalho que tem pela frente. Abre os olhos, começa por acordar o campo e só depois acorda o mundo.
Samuel Morão, 8.ºA

13 de novembro de 2014

Filme "Os Maias" de João Botelho, uma apreciação crítica

 
Após a visita de estudo Ida ao Cinema Ideal – visionamento do filme Os Maias, adaptação de João Botelho (versão integral) – dos alunos do ensino secundário da Escola Secundária D. Luísa de Gusmão, foi pedido aos alunos que, em aula, escrevessem um texto de apreciação crítica do filme.



A Carolina Santos, do 11ºA, fez a sua apreciação crítica:
 
«Escrevo esta apreciação crítica da mesma maneira e com a mesma perspetiva com que vi o filme – comparando, inevitavelmente, o filme com o que li na grande obra de Eça de Queirós, Os Maias.
Na minha opinião, a adaptação de João Botelho, está extremamente bem conseguida, não apenas a nível da encenação, mas também a nível da maneira como este encarou a obra. Focou-se no ponto mais importante que, na minha perspetiva, não passa pela história de amor entre Carlos e Maria Eduarda, mas sim na crítica feita à sociedade do século XIX, que continua a encaixar perfeitamente na sociedade atual.
Fiquei particularmente surpreendida pela positiva com as personagens de João da Ega e de Dâmaso. Considero que estavam cópias perfeitas e retrataram a minha visão autêntica de ambas. Simples e naturalmente bem feito e muito bem interpretado.
O único ponto menos forte que gostaria de apontar prende-se com a personagem de Carlos da Maia, não por pensar que foi mal interpretada, mas sim porque visionava um Carlos diferente, mais rígido, mais firme, mais forte… mais “british”, talvez. Considero que a personagem de Carlos ao lado da personagem de João da Ega ficou pequenina e sem o brilho Maia, algo que, a meu ver, não acontece no livro.
Para concluir, num panorama geral, gostei bastante do filme e considero que foi uma boa adaptação, feliz e fiel, tendo em conta a grandiosidade da obra, e a quem esta pertence: a todos nós.»
Carolina Santos, 11ºA

26 de março de 2014

Frankenstein


Esta história [Frankenstein (1818) de Mary Shelley] fala-nos de um homem chamado Victor que era bastante esperto, chegava até a ser mais esperto que os seus professores.
Um dia, através de vários estudos, decide dar vida a um ser, então ele cria um monstro e, ao fazê-lo de um modo tão perfeito, fica com medo da sua criação e foge.
O monstro abandonado passa fome, frio e como era rejeitado pelos humanos vivia só, sentindo-se muito desanimado e infeliz. Passados vários anos, o monstro aprende a ler e escrever, mas continuava a ser rejeitado por todos e decide vingar-se do seu criador.
Quando descobre onde este mora, decide matar o seu irmão mais novo.
Victor não aceita o monstro e ainda o despreza. O monstro Frankenstein mata toda a família de Victor, deixando-o sozinho, para que este sentisse o mesmo que ele sentira - o desprezo.
Victor acaba por decidir vingar-se da sua criação mas, apesar de passar vários anos atrás do monstro por toda a parte do mundo, Victor acaba por morrer de fraqueza.
O monstro apercebe-se da morte do seu criador e acaba por se arrepender do que lhe fizera e decide terminar com o seu sofrimento ao matar-se numa fogueira, não sobrando assim nada dele.
Ricardo Carvalho, 10.ºB, n,º26

15 de fevereiro de 2014

Dia dos namorados: "Os livros e as personagens que me apaixonam"

OS LIVROS:

Apaixono-me por livros que contam histórias reais de amor, emocionantes, dramáticas ou alegres.
Nair Daniel – 10º A

Os livros que me apaixonam são os livros de aventura ou de desporto.
Alguns exemplos: “Jojo, o que dança com a bola” porque fala numa equipa de futebol que luta por um só objetivo.
Daniel Carvalho Soares – 8ºB

Um livro que me apaixonou foi “Quantas estrelas tem o céu”. No início não o queria ler porque achei a capa pouco interessante, mas decidi lê-lo para ver. Achei o livro super lindo pela história de amor que apresenta e pelas personagens. O facto de que mais gostei foi o de haver duas partes: a opinião do rapaz e a da rapariga e o facto de, depois, eles se cruzarem e contarem uma única história sobre o seu amor que sempre se baseou na verdade e aquilo porque cada um deles passou até chegarem onde chegaram e puderam, enfim, conhecer o verdadeiro amor um do outro.

P.S. - Gostei do livro e, a partir de agora, não vou julgar mais nenhum livro apenas pela capa.
Winta Baptista – 7º F

O livro que me apaixona é “A culpa é das estrelas” de John Green. Este livro fala da história de dois adolescentes com cancro que se conhecem num grupo de apoio. A narradora é a Hazel Gracie Lancaster, uma rapariga com 16 anos à qual foi diagnosticado cancro nos pulmões quando tinha 13 anos. Desde então anda sempre com uma botija de oxigénio.
Hazel, antes de entrar para o grupo de apoio não tinha amigos. Nesse grupo ela conhece Isaac, um rapaz com cancro na visão. Um dia, Isaac leva o amigo Augustus Waters para o grupo de apoio. No momento em que Hazel entrou na sala Augustus apaixonou-se por ela. Eles ficam amigos e vivem uma grande e belíssima história de amor.
Augustus tinha uma perna amputada há 2 anos e isso livrara-o do cancro. Mas os 2 anos acabaram e Augustus fica de novo com cancro. Ele acaba por morrer aos 17 anos o que provoca grande dor em Hazel. Um dos diálogos mais célebre e mais bonito do livro é:
"- May be okay will be our always?
- Okay, I said.”
Este livro inspira-me e faz-me ver o mundo de outra maneira.
Por isto tudo é que eu sou loucamente apaixonada por este livro. Recomendo-o a toda a gente principalmente a quem não gosta de ler, porque aprende a gostar.
Rute Silva – 11º B

Quando leio um livro apaixono-me pela emoção deles; um dos meus livros preferidos é a coleção “O Diário de um Banana” porque me identifico com o personagem principal.
Eric Baía – 8ºB

Os livros que me apaixonam são os da coleção “Uma aventura” porque contam sempre aventuras que eu adoro descobrir.
Bernardo Cardoso – 7ºF


AS PERSONAGENS:

Romeu e Julieta
Porque eles apaixonam-se à primeira vista, casam-se sem a permissão do pai de Julieta e fazem discursos de amor. Fariam tudo um pelo outro.
Como eles gostavam tanto um do outro, e porque não conseguiram viver um sem o outro, mataram-se.
Esta é uma história linda; por isso apaixonei-me por estas personagens.
Catarina Palma – 7ºF

Apaixono-me por personagens sensíveis mas animadas acima de tudo, que sabem amar e respeitar o próximo da melhor maneira.
Nair Daniel – 10º A

  • Divulgação desta atividade no blogue BE/CRE Dona Luísa de Gusmão: AQUI e AQUI